A beleza para Santo Agostinho

“Tarde te amei, Beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei! Tu estavas dentro de mim e eu estava fora, e fora de mim te procurava; com o meu espírito deformado precipitava-me sobre as coisas formosas que criaste. Estavas comigo e eu não estava contigo. Retinha-me longe de ti aquilo que não existiria se não existisse em ti. Chamaste, clamaste e rompeste a minha surdez. Brilhaste, resplandeceste e dissipaste a minha cegueira. Exalaste sobre mim o teu perfume: aspirei-o profundamente e agora suspiro por ti. Saboreei-te e tenho fome e sede de ti. Tocaste-me e agora desejo ardentemente a tua paz”
(Confissões, Livro VII).

*Revista cult edição 98. A beleza está na busca. Irmã Mônica Castanheira,

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